Você não pode parar!
- Jonathan Pessoa

- 24 de jan.
- 3 min de leitura

O que as pessoas sentiram quando João Batista foi preso? Quais emoções elas experimentaram diante da prisão do precursor do Filho de Deus? Acredito que, naquela ocasião, os discípulos de João Batista enfrentaram, por sua vez, três diferentes emoções. São elas: a frustração, o medo e o luto.
Em primeiro lugar, eles ficaram frustrados porque imaginavam que a partir da pregação de João Batista alguma transformação no povo de Israel pudesse, de fato, acontecer. Pois, antes eles tinham se enchido de esperanças ao verem muitas pessoas confessarem seus pecados e buscarem mudança de vida às margens do Rio Jordão. Mas, agora, com a prisão de João, essa transformação não aconteceu.
De semelhante forma, em segundo lugar, é possível que os seguidores de João tenham também ficado com medo de sofrer alguma represália, algum tipo de perseguição ou até mesmo de receber o mesmo destino que o seu pregador. Por esse motivo, eles se calaram e não fizeram nenhum tipo de protesto ou manifestação.
Por fim, ainda imagino que o sentimento do luto tenha dominado todos os corações. Porque, embora João Batista não tivesse ainda sido cruelmente assassinado, é provável que muitos sonhos já tivessem morrido. Muitos planos e projetos já estavam enterrados junto com João naquela prisão.
Nesse sentido, a verdade é que a frustração, o medo e o luto fazem justamente isto com a gente: eles nos paralisam. Fazem com que a gente se desanime e não tenha mais desejo de continuar a caminhada. Quando nos sentimos frustrados, enlutados e com medo, dá vontade de parar tudo e voltar para casa.
É interessante observar que, com Jesus, essa paralisação, porém, não aconteceu. Pelo contrário, quando o Senhor ouviu falar sobre a prisão de João Batista e percebeu a possibilidade da morte de seu precursor, o medo não o paralisou.
Cristo não se desanimou diante das dificuldades que se levantaram no caminho. Mas o Senhor, na verdade, mudou de cidade e passou a percorrer toda a região da Galileia e a pregar o Evangelho, dizendo: “Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus” (Mateus 4.17).
Desse modo, se hoje você também está experimentando um momento difícil na sua vida, em que o luto, o medo ou a frustração tentam fazê-lo parar e desistir de tudo, lembre-se do exemplo de Jesus e continue caminhando rumo ao Reino dos Céus! Ninguém pode parar um servo de Deus!
Rev. Jonathan Pereira Lopes Pessoa
LITURGIA PARA O CULTO
3º Domingo no Tempo Comum
Isaías 9.1-4; Salmo 27.1,4-9; Mateus 4.12-23; 1 Coríntios 1.10-18.
LITURGIA DE ENTRADA
Saudação;
Chamada à adoração:
Congregação: “Uma coisa peço ao Senhor e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo” (Salmo 27.4);
Cântico: “Ó Senhor, vem me dirigir” (CTP294);
Oração de adoração;
Cântico das crianças;
Chamada à confissão: 1 Coríntios 1.10-18;
Cântico: “Rude cruz” (CTP368);
Oração de confissão;
Declaração de perdão: “O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz [...] Porque tu quebraste o jugo que pesava sobre eles, a vara que lhes feria os ombos e o cetro do seu opressor, como nos dias do midianitas” (Isaías 9.2,4).
Cântico comunitários;
LITURGIA DA PALAVRA
Oração por iluminação;
Proclamação da Palavra;
Cântico: “Glória, glória, aleluia!” (CTP314a);
Entrega dos dízimos e ofertas;
LITURGIA DE ENVIO
Agradecimentos e avisos;
Oração de intercessão;
Oração do Senhor;
Poslúdio;




Comentários