Nos vales da vida!
- Jonathan Pessoa

- há 22 horas
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Há momentos em que a vida se parece com o vale visto pelo profeta Ezequiel: tudo seco, sem cor, sem esperança. Pode ser o cansaço da rotina, uma oração que parece não passar do teto, conflitos em casa, ou até um coração que já não sente o mesmo amor por Deus como antes.
O Senhor leva o profeta justamente a esse lugar — não para condenar, mas para revelar algo mais profundo: Ele também está presente nos vales da vida!
Quando Deus pergunta: “Poderão viver estes ossos?”, não é para expor fraqueza, mas para conduzir à confiança. A resposta de Ezequiel — “Senhor, tu o sabes” — nos ensina a descansar não no que vemos, mas em quem Deus é.
Nesta visão, Deus não pede ajuda aos ossos. Ele fala. E, ao som da sua Palavra, o que estava morto começa a se reerguer. Depois, pelo sopro do seu Espírito, a vida acontece de verdade. Assim também é conosco.
Talvez você esteja vivendo um tempo de sequidão espiritual. Talvez sua fé esteja enfraquecida, sua esperança abalada, ou sua alegria distante. Logo, a boa notícia deste texto é simples e profunda: Deus não desistiu de você!
Na caminhada da Quaresma, nesse sentido, somos então convidados a olhar com honestidade para o nosso interior — mas também a lembrar que: Deus age onde não há mais forças; Sua Palavra ainda tem poder e Seu Espírito ainda traz vida.
Em Jesus Cristo, vemos o cumprimento dessa promessa: Ele é aquele que chama os mortos à vida, que restaura o coração cansado e reacende a esperança.
Hoje, o Senhor continua perguntando — não para te pressionar, mas para te lembrar: a última palavra não é da morte, nem do desânimo, mas dEle. Deus não o deixa sozinho nos vales da vida!
Oração: Senhor, tu conheces nossos vales e nossas fraquezas. Quando tudo parece seco dentro de nós, fala novamente a tua Palavra e sopra o teu Espírito. Renova nossa fé, restaura nossa esperança e faz-nos viver para a tua glória. Em nome de Jesus, amém.
Soli Deo Gloria!
LITURGIA PARA O CULTO
5º Domingo na Quaresma (Cor Litúrgica: Roxo)
Ezequiel 37.1-14; Salmo 130; Romanos 8.6-11; João 11.1-45
LITURGIA DE ENTRADA
Saudação;
Chamada à adoração:
Dirigente: “Das profundezas clamamos a ti, Senhor!”;
Congregação: “Senhor, ouve a nossa voz!”;
Dirigente: “Se observares, Senhor, iniquidades, quem poderá subsistir?”;
Congregação: “Contigo, porém, está o perdão, para que sejas temido”;
Todos: “Esperamos no Senhor, mais do que os guardas pela manhã!” (Salmo 130);
Cântico: “Santo! Santo! Santo!” (CTP34);
Oração de adoração;
Cântico das crianças;
Chamada à confissão: Romanos 8:6–8;
Cântico:“´Ó Senhor, vem me dirigir” (CTP294);
Oração silenciosa;
Oração de confissão:
Dirigente: “Ó Deus santo e justo, reconhecemos que muitas vezes vivemos segundo a carne e não segundo o Espírito”.
Congregação: “Nossos pensamentos, palavras e ações revelam nossa fraqueza e pecado”.
Dirigente: “Clamamos a ti das profundezas: tem misericórdia de nós”.
Todos: “Perdoa-nos por amor do teu Filho e renova em nós um espírito reto. Amém!;
Declaração de perdão: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida te livrou da lei do pecado e da morte” (Romanos 8.1-2).
Cântico comunitários;
LITURGIA DA PALAVRA
Oração por iluminação;
Proclamação da Palavra;
Cântico: “Mensagem Maravilhosa” (CTP315)
Entrega dos dízimos e ofertas;
LITURGIA DE ENVIO
Agradecimentos e avisos;
Oração de intercessão;
Bênção Pastoral;
Poslúdio;
CAMPANHA DE LEITURA DA BÍBLIA
22/mar - Josué 20-21;
23/mar - Rute 1-4;
24/mar - 1 Samuel 1-3;
25/mar - 1 Samuel 4-7;
26/mar - 1 Samuel 8-10;
27/mar - 1 Samuel 11-14;
28/mar - 1 Samuel 15-17;




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