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IPI Recomeçar

Cuidado com o mercenário!

  • Foto do escritor: Jonathan Pessoa
    Jonathan Pessoa
  • 25 de abr.
  • 2 min de leitura


Nem todo aquele que fala em nome de Deus conhece, de fato, o coração do Pastor. 


Jesus não suaviza as palavras: há ladrões, salteadores — e há mercenários. Gente que ocupa o espaço do cuidado, mas não carrega o peso do amor. Gente que permanece enquanto é confortável, enquanto há aplauso, enquanto não há risco. Mas basta o lobo se aproximar… e o abandono denuncia a verdade.


O problema é que o mercenário raramente se apresenta como tal. Ele veste linguagem piedosa, domina o discurso correto, sabe circular entre as ovelhas. O perigo não está apenas na falsidade evidente, mas na aparência convincente. Nem toda voz suave é segura. Nem toda liderança é pastoreio.


Mas talvez a provocação mais incômoda do texto não esteja “lá fora”. E se o mercenário também estiver “aqui dentro”? Quando o compromisso com o Reino cede lugar à autopreservação… Quando o serviço depende de reconhecimento… Quando a presença se torna seletiva — ficamos quando convém, nos ausentamos quando custa…


Nesse momento, deixamos de agir como ovelhas que ouvem o Pastor — e começamos a reproduzir a lógica do mercenário.


Jesus não apenas denuncia — Ele se apresenta: “Eu sou o Bom Pastor”. Não o gestor eficiente, não o líder carismático, mas o Pastor que conhece, chama pelo nome e, sobretudo, permanece. Permanece quando o lobo vem. Permanece quando há dor. Permanece quando amar custa. E mais: Ele não veio para manter um rebanho domesticado, mas para oferecer vida — e vida em abundância. Isso confronta nossas estruturas, nossas prioridades e até nossa forma de viver a fé. Porque a vida que Ele oferece não combina com relações superficiais, nem com espiritualidades de conveniência.


Este texto não é apenas um alerta sobre quem devemos evitar. É um espelho. Seguiremos vozes que nos poupam — ou Aquele que nos transforma?Seremos presença fiel — ou conveniência disfarçada de cuidado? O Bom Pastor continua falando. A pergunta é: estamos prontos para reconhecer Sua voz… e dispostos a segui-la até as últimas consequências?

LITURGIA PARA O CULTO

4º Domingo de Páscoa (Cor litúrgica: Branco ou Ouro)

Atos 2.42-47; Salmo 23; 1 Pedro 2.19-25; João 10.1-10


LITURGIA DE ENTRADA

  • Saudação;

  • Chamada à adoração: Salmo 23;

  • Cântico: “Eis-nos, ó Pastor Divino” (CTP26);

  • Oração de adoração;

  • Chamada à confissão: 1 Pedro 2.19-25;

  • Cântico: "Um só rebanho" (CTP260);

  • Oração silenciosa;

  • Oração de confissão:

  • Declaração de perdão: “Jesus, pois, lhes afirmou de novo: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas [...] Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará,  e sairá, e achará pastagem” (João 10.7,9).

  • Cântico comunitários;


LITURGIA DA PALAVRA

  • Oração por iluminação;

  • Proclamação da Palavra;

  • Cântico: “Amor Fraternal” (CTP177);

  • Entrega dos dízimos e ofertas;


LITURGIA DE ENVIO

  • Agradecimentos e avisos;

  • Oração de intercessão;

  • Bênção Pastoral;

  • Poslúdio: “Estaremos aqui reunidos” (CTP382)

CAMPANHA DE LEITURA DA BÍBLIA

  • Domingo: 2 Reis 24-25;

  • Segunda-feira: 1 Crônicas 1-2;

  • Terça-feira: 1 Crônicas 3-5;

  • Quarta-feira: 1 Crônicas 6;

  • Quinta-feira: 1 Crônicas 7-8;

  • Sexta-feira: 1 Crônicas 9-11;

  • Sábado: 1 Crônicas 12-15;

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