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Amigos de Jesus

  • Foto do escritor: Jonathan Pessoa
    Jonathan Pessoa
  • há 4 dias
  • 3 min de leitura

jesus e lázaro

Era alta a madrugada. Não conseguia dormir. Estava ansioso para realizar um exame de imagem que fiz durante a semana. De repente, vi nas redes sociais uma postagem que me chamou a atenção. Ela dizia a respeito do amor que Jesus nutria por Lázaro. Em síntese, levantava a seguinte questão: por que Jesus amava tanto o irmão de Marta e Maria?


Além de João, o discípulo amado, não existe nas Escrituras Sagradas nenhuma outra passagem bíblica que destaque de maneira tão enfática o amor que o Senhor sentia por alguém. Há apenas um olhar amoroso que Jesus dirigiu ao homem rico. Esse olhar, porém, não foi correspondido porque o homem era dono de muitas propriedades.


Com Lázaro, o amor era diferente. Jesus o amava profundamente. Por que isso acontecia? O que motivava Jesus a amá-lo de tal maneira?


Nesse ponto, a própria postagem esclarecia: Lázaro era tão amado porque mantinha um relacionamento íntimo de amizade desinteressada com Jesus.


Lázaro não pregava, não batizava nem atraía grandes multidões como João Batista. Do mesmo modo, ele não buscava milagres como Jairo nem grandes realizações ou lugares especiais no Reino de Deus como João e Tiago. A casa dele, no entanto, estava sempre aberta para oferecer hospitalidade, cuidado, descanso e diálogo ao Senhor. Lázaro era amigo antes mesmo de ser discípulo.


Hoje, muito se tem falado sobre a prática do discipulado na vida da igreja. Para todo canto que se olha, existe curso, palestra, encontro ou seminário sobre o assunto. Há um grande esforço para se fazer discípulos a todo custo.


Nesse contexto, ao pensar mais uma vez sobre o relacionamento de profunda amizade entre Jesus e Lázaro, faço para mim mesmo aqui a seguinte pergunta: tenho sido eu também um amigo verdadeiro do Senhor? A minha casa está do mesmo modo aberta para O servir ou procuro Jesus apenas para me servir e pedir que Ele resolva os meus problemas por mim?


Deus nos livre de sermos “amigos” interesseiros! Que o Senhor não permita que façamos do nosso relacionamento com Jesus somente um trampolim! Afinal de contas, certa vez, o próprio Jesus já nos revelou, dizendo: “Já não vos chamo servos [...], mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi do meu Pai vos tenho dado a conhecer” (João 15.15).


Rev. Jonathan Pereira Lopes Pessoa

LITURGIA PARA O CULTO

4º Domingo no Tempo Comum

Miquéias 6.1-8; Salmo 15; 1 Coríntios 1.18-31; Mateus 5.1-12.


LITURGIA DE ENTRADA

  • Saudação;

  • Chamada à adoração: 

    • Dirigente: “Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?”

    • Congregação: “O que vive com integridade e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade; [...] Quem deste modo procede não será jamais abalado” (Salmo 15.1,5);

  • Cântico: “Grande é o Senhor” (CTP88);

  • Oração de adoração;

  • Cântico das crianças;

  • Chamada à confissão: Miquéias 6.1-8;

  • Cântico: “Para os montes olharei” (CTP150);

  • Oração de confissão;

  • Declaração de perdão: “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção, para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor” (1 Coríntios 1.30-31).

  • Cântico comunitários;

  • Entrega dos dízimos e ofertas;


LITURGIA DA PALAVRA

  • Oração por iluminação;

  • Proclamação da Palavra;

  • Coral: “Crês já”;


LITURGIA DA MESA

  • Convite à Mesa do Senhor;

  • Oração de Ação de Graças;

  • Coral: “Maravilhoso Amor”;

  • O Partir do Pão;

  • Palavras da Instituição;

  • Comunhão do Povo;


LITURGIA DE ENVIO

  • Agradecimentos e avisos;

  • Oração de intercessão;

  • Oração do Senhor;

  • Poslúdio;

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