top of page
favicon
IPI Recomeçar

A voz de Deus ou a voz do inimigo?

  • Foto do escritor: Jonathan Pessoa
    Jonathan Pessoa
  • há 1 dia
  • 3 min de leitura


Qual é a diferença entre a voz de Deus e a voz do inimigo? No Livro de Gênesis 3, não vemos apenas a queda da humanidade, mas um retrato espiritual que continua atual: o conflito entre duas vozes que disputam o coração humano.


A voz de Deus, antes da queda, era clara, suficiente e boa. Ele havia criado, abençoado e estabelecido limites para preservar a vida. Sua palavra não era restrição arbitrária, mas proteção amorosa. Deus fala a partir da verdade e do relacionamento. Sua voz gera segurança, identidade e propósito.


A serpente, porém, não começa com uma negação direta — ela começa com uma distorção sutil: “Foi assim que Deus disse?” O inimigo trabalha com a dúvida, exagera os limites (“não comereis de toda árvore?”) e insinua que Deus não é tão bom quanto parece. A estratégia é clara: questionar o caráter de Deus para enfraquecer a confiança na Sua palavra. Onde há desconfiança, a desobediência encontra espaço.


Perceba o contraste: Deus estabelece limites para proteger; a serpente apresenta os limites como privação. Deus oferece comunhão; a serpente promete autonomia. Deus fala com autoridade e amor; a serpente fala com astúcia e ambiguidade.


Depois da queda, surge outro contraste marcante. A voz do inimigo seduz antes do pecado, mas silencia depois. Já a voz de Deus continua chamando: “Onde estás?” Não é uma pergunta de condenação imediata, mas um chamado à responsabilidade e ao retorno. Mesmo em meio ao juízo, Deus anuncia promessa e esperança.


Hoje, essas vozes continuam ecoando. A voz de Deus nos conduz à verdade, mesmo quando confronta. Ela pode nos chamar ao arrependimento, mas sempre aponta para restauração. A voz do inimigo, por sua vez, ora minimiza o pecado (“não tem problema”), ora amplifica a culpa (“não há mais saída”), mantendo a pessoa presa na mentira.


Discernir essas vozes exige proximidade com a Palavra e sensibilidade ao Espírito. Quanto mais conhecemos o caráter de Deus, mais facilmente reconhecemos quando algo não reflete Sua verdade. A pergunta central permanece: em qual voz estamos fundamentando nossas decisões?


Que cultivemos um coração que reconheça a voz do Senhor — uma voz que corrige, mas também restaura; que confronta, mas também promete; que revela limites, mas sempre conduz à vida abundante.


LITURGIA PARA O CULTO

1º Domingo na Quaresma (Cor Litúrgica: Roxo)

Gênesis 2.15-17; 3.1-7; Salmo 32; Romanos 5.12-19; Mateus 4.1-11


LITURGIA DE ENTRADA

  • Saudação;

  • Chamada à adoração: 

    • Dirigente: “Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração (Salmo 32.11);

  • Cântico: “Deus Eterno, te adoramos (CTP36b);

  • Oração de adoração;

  • Cântico das crianças;

  • Litania de confissão: 

    • Leitura bíblica (Salmo 32.1-2);

    • Cântico (CTP 42 - 1ª estrofe e refrão);

    • Leitura bíblica (Gênesis 3.1-5);

    • Cântico (CTP 42 - 2ª estrofe e refrão);

    • Leitura bíblica (Romanos 5.12);

    • Cântico (CTP 42 - 3ª estrofe e refrão);

    • Oração silenciosa;

    • Oração de confissão de pecados;

  • Declaração de perdão: “Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos” (Romanos 5.15).

  • Cântico comunitários;


LITURGIA DA PALAVRA

  • Oração por iluminação;

  • Cântico: “Buscai primeiro” (CTP136)

  • Proclamação da Palavra;

  • Cântico: “Achei um bom amigo (CTP113)

  • Entrega dos dízimos e ofertas;


LITURGIA DE ENVIO

  • Agradecimentos e avisos;

  • Oração de intercessão;

  • Oração do Senhor;

  • Poslúdio;

Comentários


bottom of page